O Amor de Mainha

Eu olho pra Deus e penso: que amor é esse? Como alguém pode ter essa sintonia de almas tão forte, como alguém pode ser o conjunto daquelas palavras que arrancam sorrisos enormes e que faz nossos corações amolecer de um jeitinho tão especial.

Mãe de barriga ou mãe de vida, mãe desde sempre ou escolhida… Tu és aquela, que acolhe, que dar abrigo, que protege, que cuida, que cria, que participa ativamente e sempre dar aquele jeitinho de saber de tudo que se passa com seus filhos, que doa seu tempo, que se vira numa fera ou mesmo que se derrete e amolece facilmente apenas ao olhar para seu filho, que vive intensamente na partilha diária da vida de seus filhos ou simplesmente aquela que faz bem sem precisar dizer absolutamente nada, pois é só olhar pra seu rosto e sentir aquela paz, pois foi gerado uma espécie de conexão perfeita dentro dos nossos corações.

Mãe aquela que dorme tarde porque estava trabalhando e acorda cedinho também para trabalhar, que almoça na correria, que trabalha feito uma máquina para nos proporcionar uma vida melhor, que aguenta e engoli muito sapo diariamente, sempre com o intuito de nos poupar, aquela que enfrenta perigo, sol, frio, chuva, trânsito, fome, saudade e que passa horas como uma sardinha no ônibus lotado, mas não deixa o boleto atrasar.

Posso dizer apenas que os tipos e agrados ofertados por elas podem mudar, mas o amor não.

Mainha, todo amor que nasce e renasce em mim, foi obra sua. Meu sentimento maior é de gratidão por tudo que me deu, a vida, seu exemplo, sua imagem de mãe impressa no fundo de minha alma o qual carregarei comigo sempre e honrarei por todos os dias de minha vida. Mãe, de maneira simples, graça é ter teu colo aconchegante e uma palavra de luz em um dia difícil. És luz que emana Amor!

Mãe, te amo todos os dias e estou te marcando aqui para que saiba que vou dar gratidão a Deus sempre por sua vida.

Parabéns!!!!! Gratidão porque Deus te escolheu para ser minha mãe!

                                                                                             Por Layse Cavalcanti